Concerto DIATRIBES / Abdul Moimême Trio

Concerto

1 Abril

19h30

DIATRIBES / Abdul Moimême Trio

diatribesam2

No segundo concerto da sua digressão Portuguesa, o duo suíço Diatribes é acompanhado por Abdul Moimême numa sessão de improvisação livre.

D’ incise laptop

Cyril Bondi bateria

Abdul Moimême guitarra eléctrica

entrada 3 euros

Anúncios

Concerto do Quarteto de Damian Cabaud

26 Março

19h30

Damian Cabaud

demisx8

Demian Cabaud, contrabaixista argentino residente em lisboa desde 2004.   Faz parte do grupo da cantora Maria Joao no projecto “Joao” e da Orquestra de Jazz De Matosinhos.
Tocou com Joe Lovano, Lee Konitz new nonet, Chris Cheek, Mark Turner, Rich Perry, Rick Margitza, Ohad Talmor, Perico Sanbeat, David Schnitter, Phil Grenadier, Darren Barret, Bill Carrothers, Albert Sanz, Mario Laginha, John
Riley, Jorge Rossy, Gerald Cleavert, Francisco Mela, Dan Weiss, Ferenc Nemeth,Nuno Ferreira, Afonso Pais, Andre Fernandes, Andre Matos,Jorge Reis, Pedro Moreira, Joao Moreira,entre outros.
Editou o seu disco “Naranja” em 2008 na Taop music. Participou no cd de Leo Genovese “haikus II” , fresh sound new talent records, Andre Matos “small worlds”, fresh sound new talent records, Andre Matos “rosa shock” , TOAP music , Orquestra Jazz de Matosinhos “invites Chris Cheek”, fresh sound new talent records, Lee Konitz-Ohad Talmor big band featuring OJM “portology”, omnitone records, Gonzalo del Val-Miguel Fernandez Vallejo “symploke quintet”, indie, Joana Rios “Universos Paralelos”, MDE records, Carmen Marsico “Sonho”, Beartones records, Joao Lencastre and Communion “One”, fresh sound new talent records, Francisco Pais “school of enlightenment”, POI records, Laurent Filipe “Flick Music”, iPlay, Andre Fernandes “Imaginario”, Toap music.

João Guimarães saxofone alto
José Pedro Coelho saxofone tenor
Demian Cabaud contrabaixo
Marcos Cavaleiro bateria

entrada 3 euros


Exposição de fotografia de Rui Hermenegildo

rui_banner

UM LIVRO QUASE ABERTO

“Partamos do princípio de que a fotografia originária nesta série é aquela em que a rua e quem nela passa são perspectivados a partir de um ponto bem alto de onde o olhar mergulha a pique sem prescindir do seu lugar resguardado de observador retirado. Este é provavelmente o momento em que o sujeito da ficção que nos vai ocupar sabe já que vai descer ao nível do fluxo anónimo entrevisto. A calçada, os carris do eléctrico transportam e evocam uma história colectiva que esse sujeito se prepara para reconduzir a uma história pessoal. Se esta é extraível da primeira e a ela retorna, na melhor das hipóteses, enriquecida e enriquecedora, é justamente porque a flecha do tempo e as coordenadas do espaço se complexificam para além do que julgamos identificar. A compulsão de ubiquidade mobiliza este olhar que procura rodear a figura humana, ao isolá-la, de frente, de perfil, de trás, de baixo, de cima, de muito perto, ao longe, na luz e na obscuridade, no movimento e na quietude, no esforço e no lazer….” Leonor Nazaré

Site no WordPress.com.