Concerto Nobuyasu Furuya + Luís Lopes e Miguel Mira:::4 Nov:::19H30

O multi-instrumentista japonês Nobuyasu Furuya, com a sua abordagem zen da “new thing”, desafiou o guitarrista Luís Lopes e o violoncelista Miguel Mira para uma apresentação de dois duetos distintos neste concerto na Trem Azul.

Luís Lopes tem um “background” no rock e nos blues – com toda a evidência, o seu “herói” é Jimi Hendrix –, cedo o guitarrista se interessou pelo jazz aberto, e isso quer dizer que nunca quis, simplesmente, interpretar os “standards”. Em consequência, concebeu o seu trabalho composicional para servir os talentos improvisacionais dos músicos que envolve nos seus projectos e não para os circunscrever em estruturas rígidas e pré-estabelecidas. Lopes é um cultor do desconhecido e enfrenta este com genica e predisposição.

Miguel Mira, membro do Motion Trio de Rodrigo Amado, também ele um músico que atravessa fronteiras, designadamente as do jazz, da música improvisada e do experimentalismo radical.

entrada 3 euros

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6º ANIVERSÁRIO TREM AZUL JAZZ STORE | TER 19 DE OUT | 21H30

Ken Vandermark  saxofone tenor e clarinete baixo
Chad Taylor  bateria

A Trem Azul Jazz Store comemora o 6º aniversário na terça, 19 de Outubro e vai marcar esta data com uma noite especial, cheia da boa música ao vivo a que este espaço sempre nos habituou e com os melhores descontos em todos os produtos à venda na loja.

O duo Ken Vandermark e Chad Taylor dão início a esta noite de festa com um concerto que promete ser contagiante, às 21h30. O saxofonista e clarinetista Vandermark é um dos mais activos e prolíficos músicos da actualidade e tem-se multiplicado em projectos de grande qualidade, com destaque para Vandermark 5, DKV Trio, Fire Room, Spaceways Inc, Free Fall, Tripleplay, 4 Corners, Bridge 61, School Days e Territory Band. Taylor é membro do Chicago Underground Duo, Trio, Quartet e Orchestra de Rob Mazurek e nos últimos anos envolveu-se nas mais diversas formações do novo jazz americano, como Sticks and Stones, Spiritual Unity e Digital Primitives. O baterista e vibrafonista é também uma das principais figuras do pós-rock de Chicago, tocando ao vivo e gravando com Tortoise, Isotope 217, Mouse on Mars, Stereolab, Jim O’Rourke, Brokeback e Sam Prekop.

A única loja de jazz existente em Portugal, abriu as portas no Cais de Sodré há 6 anos e tornou-se uma das poucas lojas especializadas nesta área da música em todo o mundo, distinguindo-se igualmente por abrigar a editora discográfica que tem sido votada como uma das mais importantes a nível internacional, a Clean Feed Records. Seis anos que marcaram a diferença e que decisivamente contribuíram para que no nosso país o jazz se tornasse num fenómeno de dinamismo e vitalidade.

Uma noite de celebração jazz a não perder, repleta de boa música e boas compras!

10% de desconto em todos os artigos da loja e 20% no catalogo Clean Feed

A entrada é livre!

Concerto::: Alfredo Costa Monteiro e Tim Olive:::14 Out – 19h30

Alfredo Costa Monteiro dispositivo electroacústico
Tim Olive  guitarra preparada

Nascido no Porto em 1964 e desde há largos anos a residir em Barcelona, Alfredo Costa Monteiro é um daqueles artistas multifacetados do qual o país se poderia orgulhar sonoramente, não fosse tão dado à sua tacanhice e provincianismo. Desenvolvendo uma abordagem multidisciplinar desde o início dos anos 90, tem vindo a explorar a transversalidade entre o som, a imagem e a palavra em peças singulares de reinvenção ad-hoc. Sob o signo da instabilidade de processos, nas suas mais variadas formas, tem visto o seu trabalho exposto em algumas das mais interessantes galerias europeias ao mesmo tempo que enceta colaborações com gente tão ilustre como Ferran Fages ou Margarida Garcia. É neste contexto de partilha que visita Lisboa na companhia do canadiano Tim Olive. Guitarrista radicado no Canadá, e explorador do instrumento pela via do score irresoluto na senda de nomes como Keith Rowe ou Annette Krebs, tem também já um longo historial de colaborações com Takahiro Kawaguchi ou Joel Stern. Dois currículos excelsos de duas mentes idiossincráticas, em elipses constantes sob as capacidades processuais do objecto enquanto som.  (texto a9)

Entrada 3 euros

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