The Thing – Now and Forever

The Thing Now and Forever

Mats Gustafsson saxofones

Ingebrigt Haker Flaten contrabaixo

Paal Nilssen-Love bateria

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Joe Mcphee e Thurston Moore

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Jooklo Duo na Trem Azul

CONCERTO

JOOKLO DUO

16 Out  19h30

Virginia Genta saxofone tenor

David Vanzan bateria

Formação italiana do mais feérico, contemporâneo e libertador free jazz, que tem estado numa rota imparável de actuações ao vivo e edições discográficas.

Mais informação em : http://jooklo.tk

entrada 3 euros

Desenhos com Notas Musicais

Exposição de Renato Côrte-Real

04 Out até 31 Out

Nasceu em Lisboa a 7 Dezembro de 1967. Começou a fazer “bonecos de pau” desde criança, numa obsessão de representar cenários de guerra, ou desportos como futebol ou boxe. Não possui formação em Belas Artes; fez o conservatório em guitarra clássica, licenciou-se em matemática aplicada na Faculdade de Ciências de Lisboa. No seu percurso de vida as constantes são a música e o desenho.

Sean Conly Re:Action

Sean Conly Re:Action

Michael Attias saxofone alto

Tony Malaby saxofone tenor

Sean Conly contrabaixo

Pheeroan Aklaff bateria

Não há muitas formações lideradas pelo contrabaixista, mas a tradição é forte quando tal acontece (lembram-se de Mingus?), tão forte que conseguimos senti-la no ADN da música proposta pelo Re:Action, o quarteto formado por Sean Conly com uma lenda vida do free, Pheeroan Aklaff, um valor seguro da presente cena de Nova Iorque, Tony Malaby, e um saxofonista em franca ascensão, Michael Attias. Tal como muitos outros músicos de jazz, Sean começou por tocar rock, mas a descoberta de Charles Mingus (claro!), Miles Davis e do Revolutionary Ensemble (é um confesso admirador de Sirone) viraram a sua atenção para o jazz nas suas diversas formas. Discípulo de Jay McShann e Rufus Reid, depressa se estabeleceu como “sideman” de grandes nomes como Freddie Hubbard, Andrew Hill, James Moody, Randy bracker, Cedar Walton e Ray Barretto, mas também como um músico entre iguais nas jovens gerações de inovadores, de Anthony Coleman a Russ Lossing. “Sempre gostei do desafio de tocar uma grande variedade de estilos, pois há muito a aprender dos outros, mas a minha predilecção vai para compor e tocar a minha própria música”, disse numa entrevista. E aqui está ela: música baseada na ideia de acção e reacção, com as partituras a funcionar apenas como tópicos e escritas de maneira “a deixar que os outros toquem o que tocam”. Importante é referir que o primeiro “gig” público dos Re:Action foi logo votado como um dos concertos do ano pela revista online All About Jazz – este facto por si só dá uma ideia do que podem encontrar neste fantástico CD.

Novas Aum Fidelity

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