Video da Semana

Torbjörn Zetterberg Hot5

iNTeRLúNio na Trem Azul

Concerto Trem Azul

25Out

19h30

iNTeRLúNio

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Gonçalo Lopes clarinetes

Eduardo Lála trombone

Ricardo Freitas guitarra baixo acústica

Raimund Engelhardt tabla, percussão

No contexto de um espaço de influências espartilhado, uma expressão e fluir mediterrânicos, operando sobre a infusão de impurezas, filtragem e procura de um discurso interiorizado, sistematizado e uno. Equilíbrio entre material composto, contrapontístico, e a improvisação, da sua forma estruturada à sua expressão mais livre. As possibilidades tímbricas entre o clarinete baixo de Gonçalo Lopes e o trombone de Eduardo Làla, e a sua expansão na improvisação. No pulsar da percussão, a versatilidade e desenvoltura da tabla indiana, possível pela existência perto de Tavira de um alemão, Raimund Engelhardt, com conhecimento profundo da tradição clássica indiana, e não só.

Entrada 3 euros

Júlio Resende apresenta Da Alma no Lux

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Lux Jazz Sessions

24Out às 23h

entrada livre

Concerto de apresentação do primeiro disco do pianista Júlio Resende

Da Alma editado pela Clean Feed

“Diz-se que é nos sonhos que as almas abandonam a sua prisão-corpo e viajam sem

constrangimentos das leis físicas, atravessando paredes, quebrando distâncias.

Daí que nos sonhos possamos fazer coisas sobre-humanas. Somos nos sonhos maiores

do que o próprio mundo, porque nos sonhos somos o próprio mundo, criamo-lo.

O que anseio da minha música é esta liberdade criadora da alma nos sonhos,

e é no jazz e na sua valorização da liberdade que a minha alma encontrou o seu sonho”

Júlio Resende

Video da Semana

Lee Konitz/Ohad Talmor com a Orquestra Jazz de Matosinhos

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Lee Konitz/Ohad Talmor Big Band featuring the Orquestra Jazz de Matosinhos Portology (Omnitone)

Além do facto de a “big band” que acompanha Lee Konitz, dirigida por Ohad Talmor, ser a “nossa” Orquestra Jazz de Matosinhos, há outros motivos que tornam esta edição tão especial, e o primeiro é a ligação estabelecida por Konitz – e Talmor por ele – com o tempo que passou, na década de 1950, sob a direcção de uma das grandes referências do “bigbandismo”, Stan Kenton. Há algo nestas faixas que nos faz lembrar inevitavelmente a música deste, e tendo em conta que o saxofonista alto ganhou nome em combos de pequeno formato, é sem dúvida uma delícia ouvi-lo num contexto que significa de certa maneira o fechar de um ciclo. Se a base do que ouvimos é kentiana, as resoluções são indubitavelmente actuais, e nesse aspecto é de toda a justiça elogiar o bom gosto e a pertinência das intervenções do guitarrista André Fernandes ao longo das faixas. Não só acrescentam uma cor diferente como, de uma forma muito elementar e sem stardalhaço, dão a volta ao conjunto da música. Terá sido por isso que Lee Konitz passou a convidá-lo para incluir o seu grupo quando vem à Europa em digressão…

 

William Parker / Raining on the Moon Corn Meal Dance

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William Parker contrabaixo

Leena Conquest voz

Rob Brown saxophone alto

Lewis Barnes trompete

Eri Yamamoto piano

Hamid Drake bateria

A especial receptividade que o álbum “Raining on the Moon” teve junto dos fãs de William Parker, e em especial os temas aí cantados por Leena Conquest, fez com que o contrabaixista repegasse no projecto e gravasse um segundo disco com a cantora a aparecer em todas as faixas. Se nenhuma destas é tão “catchy” quanto o que antes se ouvira – o tema “Raining on the Moon” fica imediatamente no ouvido, o que não acontece com nenhuma das novas canções –, o certo é que “Corn Meal Dance” abre toda uma nova área de intervenção para Parker, e curiosamente a mais acessível para outras audiências além da do free jazz. Este é, sem dúvida, o título mais “straight-ahead” de toda a numerosa produção do também mentor do Vision Festival, com todos os músicos mais “in” do que “out”, começando pelas próprias prestações dos sopros, com um Rob Brown especialmente comedido no saxofone alto e Lewis Barnes a situar-se na continuidade do trompete bop. Ficamos assim com mais uma indicação de que a melhor vanguarda jazzística também sabe tocar “mainstream” quando a tal se decide.

Novos DVD

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Blue Note na Trem Azul

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