10 FEVEREIRO `´ CONCERTO DUPLO `´ TREM AZUL JAZZ STORE

21H30 STEFANO PILIA
22H30 ENRICO MALATESTA

Stefano Pilia (guitarra), e Enrico Malatesta (percussão) figuras de proa da cena musical experimental italiana. Estão de passagem por Lisboa para apresentar a sua música na próxima quarta-feira dia 8 de Fevereiro, sob a forma de dois solos.
Stefano Pilia é um artista altamente preocupado com a investigação da dimensão escultural do som e a sua relação com o espaço, a memória e a suspensão do tempo. Muitos classificam o seu trabalho como uma exploração de drones subsónicos em busca de um minimalismo lírico. É um dos fundadores do 3/4HadBeenEliminated, um grupo de síntese entre a improvisação, composição electro-acústica e avant-rock. Durante o seu percurso colaborou com Mike Watt, David Grubbs , ZU, Phill Niblock, Z’ev, Black Forest Black Sea…etc
blindsuncrows.wordpress.com

www.myspace.com/stefanopilia
Enrico Malatestaé um músico com particular interesse por instrumentos de percussão clássicos. A sua actividade pessoal e pesquisa assentam na redefinição dos fenómenos da dimensão acústica e da própria qualidade dos materiais dos instrumentos de percussão. Para além dos inúmeros trabalhos realizados para teatro e dança têm-se movimentado pelas áreas da música contemporânea, da electroacústica e improvisada. Das suas colaborações destacam-se nomes como Paul Lytton, John Russel, Eugene Chadbourne, Christian Wolfarth, Seijiro Murayama, Tristan Honsinger, Urs Leimgruber, etc…

yoursadness.blogspot.com

http://www.myspace.com/enricomalatesta

———– entrada 5€

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Próximos Concertos Dia 27 JAN 21h30 ::: Eduardo Raum Solo & Rodrigo Amado/Gonçalo Almeida/Marco Franco

“The Drive For Impulsive Actions”

Observar o comportamento de insectos e outros bicharocos é uma comum brincadeira de criança mas quanto desta aparentemente irreflectida ou aleatórea maneira de agir é que partilhamos com estes animais? Rir, bocejar, suspirar, mover, lutar e até matar fazem todos parte de um repertório humano de comportamentos contagiosos que são bem menos racionais do que o que gostamos de considerar como humano. E no entanto, todos os exibimos e fazemos parte deles diariamente, em qualquer lugar, em todos os lugares. Em “The Drive For Impulsive Actions”, o novo concerto audiovisual de Eduardo Raon, Harpa, Daxophone, Electrónica e Vídeo são combinados numa performance focada em acções impulsivas, humanas e animais, gestos involuntários socialmente contagiosos e sons orais semi-conscientes.

Embora tenha formação “Clássica” em Harpa, Eduardo Raon nunca se satizfez tendo ambos os pés em terreno reconhecível. Múica Rock, Contemporânea, Experimental, Noise, Pop, Retro ou Electronica fazem todas parte da bagagem caleidoscópica que Raon transporta para o palco. Seja improvisando, compondo ou interpretando, com uma atitute mista  que oscila entre o visceral e o minúsculo, a harpa de Raon é esmagada, esticada, derretida, acendida, consumida, desabrochada, acariciada.

Tem gravado e actuado a solo e com POWERTRIO, Bypass, Deceiving Light, O Espetáculo d’Ontem, Ela Não É Francesa Ele Não É Espanhol e Hipnótica pela Europa. Compõe frequentemente para Cinema, Cinema de Animação, Publicidade, Teatro, Dança e projectos de Artes Plásticas.

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Almeida/ Franco/ Amado, encontram se na Trem Azul no próximo dia 27 JAN, para um encontro musical em que os rasgos energéticos e efusivos sobre um cenário de improvisação livre não iram faltar. No contrabaixo e efeitos Gonçalo Almeida surge como o elo de ligação deste trio, tendo-se  já apresentado em Lisboa ao lado do baterista Marco Franco em outros projectos, com a companhia de Carlos Zingaro e no projecto Tricot com o saxofonista italiano Daniele Martini.

Desta vez o encontro dá se com Rodrigo Amado, experiente saxofonista na área da improvisação, e que desde há muito tem se vindo a apresentar em projectos como: Lisbon Improvisation Players, Motion Trio, Humanization 4Tet, entre outros. Fica a proposta de um concerto em que o improviso e a energia iram andar de mãos dadas.

entrada 5 euros

Concerto Robert Foster 16 Dez 21h30

Na continuação da inauguração da exposição de José Carvalho, propomos o concerto de Robert Foster, a começar pelas 21h30.
Projecto criado por Carlos Nascimento (Osso) no início de 2009, Robert Foster tem servido como veículo para a reapropriação de um imaginário prog/new age que sempre o perseguiu desde a infância. Deixando de lado as electrónicas hi-tech que pautavam o seu trabalho enquanto Ghoak, abraça a grandiosidade dos sintetizadores de outrora para lhes conferir uma nova realidade. (…) As gravações mais recentes têm apontado para a serenidade estratosférica. Com uma mão nos teclados de Alan Parsons e outra livre para os transmutar em sci-fi via Portland. Para onde quer que os pratos da balança venham a tender, existe todo um manancial de possibilidades de bonito efeito.

Mais info sobre o artista http://www.myspace.com/robertfost

entrada 3€

07 DEZEMBRO_CONCERTO DUPLO_TREM AZUL JAZZ STORE

21H30

MARGARIDA GARCIA  + BRUNO SILVA
MANUEL MOTA + PEDRO SOUSA

Dois duos em comunhão improvisada na primeira aparição pública de algo que vem sendo germinado mais ou menos secretamente há já algum tempo. Sobre Manuel Mota e Margarida Garcia já há muito que se sabe que são dois dos pilares essenciais da música neste país e um pouco por todo o lado. Imunes a quaisquer proposição estanque, comunicam de igual para igual com Pedro Sousa e Bruno Silva, respectivamente, num mindset tangente ao vazio como meio de albergar tudo nesse despique. Mota (guitarra eléctrica) e Sousa (saxofone barítono) a laminar toda e qualquer investida num diálogo escorreito de linguagem jazzística, para uma expressividade totalizante na fuga ao óbvio. Garcia (contrabaixo eléctrico) e Silva (guitarra eléctrica) num evocar profundo de notas em suspensão, ao encontro de um todo-nuvem a desaparecer continuamente.

entrada 5 euros

Concerto:::Diatribes e Abdul Moimême:::3 Fev 19h30

Concerto de apresentação de “Complaintes de Marée Basse” / [insubcd02]

O duo Suíço Diatribes e Abdul Moimême tocaram pela primeira vez na loja da Trem Azul, em Março 2009. A partir desse momento, escabelou-se uma estreita parceria entres os três músicos, levando-os a tocar no ‘Mapping Festival’ (Genebra) e a gravar um registo discográfico em Lisboa, no verão do mesmo ano. Seria lógico que no concerto de apresentação de “Complaintes de Marée Basse” o trio regressasse ‘à casa de partida’ do seu projecto.

Numa crítica ao disco Stuart Broomer descreve a música do trio:

“Por vezes o som e quase industrial — o raspar de metal, ou o som de grandes objectos a cair — noutras alturas ele é notavelmente delicado, pontuado por frágeis glissandi e pelo do roçar de cordas, apenas audível. […] É a permanente mudança de perspectiva, a oscilante sucessão de diferentes escalas — desde o interior de um armário até a um hangar de aviões — que transformam estes sons numa notável paisagem onírica.”

entrada 5 euros

FESTIVAL RESCALDO 010 – 20/21/22 JANEIRO

O festival RESCALDO apresenta em Lisboa, de 20 a 22 de Janeiro, nomes e projectos musicais que se destacaram da cena nacional em 2010, focando a programação nas movimentações emergentes da electrónica, da improvisação, do rock e do jazz que tornam inquietante a criatividade na música feita em Portugal.

Presente na capital desde 2008, a 4ª edição de RESCALDO conta com 9 concertos, um DJ Set, uma exposição de fotografia, uma banca de venda de publicações na área da banda desenhada e uma livraria itinerante, espalhados por 3 espaços ribeirinhos da cidade: no bar A Barraca do TeatroCinearte, em Santos, a Trem Azul Jazz Store e o bar Sol e Pesca, no Cais do Sodré.

PROGRAMA

QUI. 20 JANEIRO
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SUBTERMINAL // TEATRO A BARRACA // 23h00
Leonardo Rosado . composição, electrónicas, objectos, voz

MÁQUINA LÍRICA // TEATRO A BARRACA // 00h00
Joana Sá . piano preparado, electrónica
Marco Franco . bateria preparada, electrónica
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SEX.21 JANEIRO
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NUNO TORRES // SOL E PESCA // 19h30
Nuno Torres . saxofone alto

PÃO // TEATRO A BARRACA // 23h00
Tiago Sousa . teclados, harmonio
Pedro Sousa . saxofone tenor
Travassos . electrónica analógica

PEDRO GOMES / GABRIEL FERRANDINI // TEATRO A BARRACA // 00h00
Pedro Gomes . guitarra eléctrica
Gabriel Ferrandini . bateria, percussão
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SÁB. 22 JANEIRO
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DAVID MARANHA / MANUEL MOTA // TREM AZUL JAZZ STORE // 22h00
David Maranha . orgão
Manuel Mota . guitarra eléctrica

FILIPE FELIZARDO // TREM AZUL JAZZ STORE // 23h00
Felipe Felizardo . guitarra eléctrica

SUNFLARE // TREM AZUL JAZZ STORE // 00h00
Guilherme Canhão . guitarra eléctrica
Rui Nogueira . baixo
Rapha . bateria

unDJ MMMNNNRRRG // TREM AZUL JAZZ STORE // 01h00

FALHUMANA // TREM AZUL JAZZ STORE (SALINHA) // 01h30
Coisinho . baixo
Kung . guitarra e bateria
Trigger . bateria, contrabaixo e guitarra
Thembi Ramirez . guitarra e contrabaixo
Sam o Ray. baixo
Pinhatel . teclados
Prézi. bateria e percussões
Rook-la . guitarra e bateria
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20 / 21 JANEIRO // TEATRO A BARRACA // 23h00 > 02h00
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BANCA CHILI COM CARNE
A ESTANTE – LIVRARIA ITENERANTE
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19 JANEIRO > 28 FEVEREIRO // TREM AZUL JAZZ STORE // 10h00 > 19h30
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EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE VERA MARMELO
INAUGURAÇÃO // 18h30 // TREM AZUL JAZZ STORE
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Entradas :
6€ > dia
12€ > 3 dias

Bilhetes á venda :
Trem azul, Teatro a Barraca

Mais informação em
http://rescaldo-festival.blogspot.com/

Ébano & Marfim Piano Festival 16 a 19 Dez – 21H30

 

 

Ébano & Marfim Piano Festival
Trem Azul Jazz Store
Dezembro 2010

Dia 16
João Paulo Esteves da Silva
10 €

Dia 17
Thollem McDonas

10€

Dia 18
Bernardo Sassetti

10€

Dia 19
Sara Serpa / Ran Blake Duo “Camera Obscura”

10€

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Inventado em 1709 por Bartolomeo Cristofori, o piano é a primeira das máquinas de música manufacturadas industrialmente. Tomou o lugar do clavicórdio, e a principal diferença em relação a este consiste na substituição das tangentes por martelos cobertos de feltro que, depois de percutirem as cordas, voltam à posição inicial. Os alemães chamaram-lhe “hammerklavier” (piano de martelos) e continuamos a utilizar essa designação. Contando com 300 anos de existência, esta máquina totalmente acústica é ainda o melhor dos instrumentos de tecla. Di-lo, por exemplo, Frederic Rzewski: «Os teclados electrónicos nada lhe acrescentam de essencial, e em alguns aspectos até são mais limitados.»

E porque assim é, esta série de concertos organizada pela Trem Azul escolhe o piano como mote e instrumento, nas mãos de João Paulo Esteves da Silva, Thollem McDonas, Bernardo Sassetti e Ran Blake, este último em duo com a cantora Sara Serpa.

João Paulo Esteves da Silva
João Paulo Esteves da Silva é um dos pianistas maiores do jazz nacional, senão mesmo o mais completo. Com uma criatividade prodigiosa, desconstrói uma melodia – muitas vezes retirando-a do cancioneiro popular português ou do repertório tradicional sefardita – até ao nível celular, para a remontar de modos irreconhecíveis. O seu álbum “Memórias de Quem” mereceu a unanimidade dos aplausos e o dueto que gravou com o trompetista Dennis González, “Scapegrace”, foi galardoado com o prémio Autores da SPA.

Thollem McDonas
O californiano Thollem McDonas apresentará o conceito a que chama “eccentriclet music”, consistindo numa pessoalíssima visão das relações entre composição e improvisação. Seja a interpretar Debussy com Stefano Scodanibbio ou em contexto “free form” a solo e com Vinny Golia, LaDonna Smith, Alex Cline, Gino Robair e Bruce Ackley, este descendente de irlandeses e cherokees tem-se distinguido pela forma como alicerça o factor experimentação nas tradições clássica e do jazz.

Bernardo Sassetti
Reconhecido igualmente como compositor, Bernardo Sassetti é um invulgar caso de sucesso em Portugal, com os seus discos a atingirem índices de vendas mais comuns nos domínios da pop. Antigo aluno de Horace Parlan e Sir Roland Hanna, a sua visão do jazz incorpora elementos da música erudita e o tipo de atmosferas próprio das bandas sonoras para o cinema, actividade, de resto, a que se dedica em paralelo. Os seus mais recentes títulos, “Unreal – Sidewalk Cartoon” e “Motion”, foram recebidos como autênticas pérolas de inventividade.

Sara Serpa / Ran Blake “Camera Obscura”
A câmara obscura é um instrumento óptico da antiguidade, usado por artistas e cientistas, em que a luz passa por uma pequena abertura de uma caixa escura, projectando consequentemente, imagens de grande clareza.

Esta é uma metáfora apropriada para o que a vocalista Sara Serpa e o pianista Ran Blake fazem no seu álbum em duo, “Camera Obscura” (Inner Circle Music). Ao fazerem passar as canções pela sua artística lente, eles projectam o som e o significado desta canções com uma surpreendente, e quase mágica, clareza. Numa das mais arrebatadoras gravações deste ano, eles trazem inovação e criatividade às suas interpretações de standards, clássicos do jazz e originais, dando uma nova luz a cada tema.

Sara Serpa
Quando Sara Serpa decidiu que o seu percurso seguiria a direcção musical, frequentou a Berklee College of Music e mais tarde o New England Conservatory, onde obteve o seu mestrado em Jazz Performance, em 2008. Entre os seus professores estão Danilo Perez, Dominique Eade, Theo Bleckmann, Hal Crook e Jerry Bergonzi. “Serpa é especialmente impressionante, com o seu canto de afinação perfeita, sem palavras completamente em sintonia com as linhas de Osby”, escreveu Peter Margasak, do Chicago Reader, sobre a sua participaão em “9 Levels” de Greg Osby. Em “Camera Obscura”, Serpa, que criou o seu nome, como cantora que canta sem palavras, revela uma outra faceta da sua arte. Para pôr um carimbo pessoal nestas canções, Serpa precisava de um parceiro como Ran Blake, um músico, que tal como ela, está disposto a correr riscos.

Ran Blake
Numa carreira de mais de 5 décadas, o pianista Ran Blake criou um nicho único na música improvisada, como artista, e pedagogo.

Com uma mistura muito peculiar entre a história do Jazz, a grande tradição dos Blues e do Gospel, temas dos clássicos “Film Noir”, e uma personalidade singular, o som singular de Ran Blake ganhou seguidores um pouco por todo o lado. O seu legado musical contém mais de 30 discos gravados para as melhores editoras do mundo assim como mais de 30 anos de pedagogo no New England Conservatory de Boston.

Paralelamente à sua carreira como pedagogo, Ran Blake manteve uma carreira artística muito activa. Gravou o LP “Ran Blake Plays Solo Piano” para a editora ESP em 1965 que depressa se tornaria numa espécie de prototipo ao que se seguiria na história do Jazz, coabitando nele as suas influências originais mas também uma enorme paixão pela música de Thelonious Monk e compositores como Stravinsky, Prokofiev, e Messaien. A sua reputação como maior pianista do movimento third stream estendeu-se pelo mundo inteiro.

Este pianista seminal no Jazz revelou-se ao mundo, porém, no dueto que formou com a cantora Jeanne Lee no final dos anos de 1950. Essa colaboração tornou-se material com a edição do disco “The Newest Sound Around”, gravado para a editora RCA em 1962, apresentando ao mundo os seus talentos únicos e a sua concepção revolucionária acerca dos standards do Jazz.

Desde então e até hoje, Ran Blake trabalha essencialmente o seu solo, em mais de 30 discos, a permeio com algumas colaborações com músicos como Anthony Braxton, Jaki Byard, Steve Lacy, Houston Person, Enrico Rava, Clifford Jordan, Ricky Ford.

CONCERTO TIAGO SOUSA | SÁB 20 NOV | 21H30 | TREM AZUL JAZZ STORE

Tiago Sousa piano, harmónio, teclado
Ricardo Ribeiro clarinete
Baltazar Molina percussão

Tiago Sousa traz à Trem Azul Jazz Store no próximo sábado, 20 de Novembro, às 21h30, um dos últimos concertos antes do lançamento do seu novo álbum, Walden Pond’s Monk. Baltazar Molina (percussão) e Ricardo Ribeiro (clarinete) acompanham Tiago Sousa ao piano.

Walden Pond’s Monk chega ao mercado nacional e internacional em Março de 2011 pelas mãos da editora americana Immune Recordings, que conta com artistas como Tape e Micah Blue Smaldone e que é distribuída pela Thrill Jockey Records.

Entrada: 5 Euros

Concerto::: Marjamäki / Vicente :::Dia 10 Nov – 19H30

 

Luís Vicente – trompete
Jari Marjamäki – electrónicas

Marjamäki / Vicente é um duo de improvisação sedeado em Lisboa que reúne na manipulação electrónica experimental o músico e produtor finlandês, Jari Marjamäki, e no trompete Luís Vicente. O duo practica composição em tempo real, desde sons ambiente à electronica experimental, mantendo o conceito de improvisação livre onde cada actuação é única, inesperada e irrepetível.
www.soundcloud.com/marjamakivicente

entrada 3 euros

Concerto Nobuyasu Furuya + Luís Lopes e Miguel Mira:::4 Nov:::19H30

O multi-instrumentista japonês Nobuyasu Furuya, com a sua abordagem zen da “new thing”, desafiou o guitarrista Luís Lopes e o violoncelista Miguel Mira para uma apresentação de dois duetos distintos neste concerto na Trem Azul.

Luís Lopes tem um “background” no rock e nos blues – com toda a evidência, o seu “herói” é Jimi Hendrix –, cedo o guitarrista se interessou pelo jazz aberto, e isso quer dizer que nunca quis, simplesmente, interpretar os “standards”. Em consequência, concebeu o seu trabalho composicional para servir os talentos improvisacionais dos músicos que envolve nos seus projectos e não para os circunscrever em estruturas rígidas e pré-estabelecidas. Lopes é um cultor do desconhecido e enfrenta este com genica e predisposição.

Miguel Mira, membro do Motion Trio de Rodrigo Amado, também ele um músico que atravessa fronteiras, designadamente as do jazz, da música improvisada e do experimentalismo radical.

entrada 3 euros

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