Exposição de José Carvalho 16 Dez às 19h

INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO FAMILY TREE DE JOSÉ CARVALHO

Inaugura no próxima sexta, 16 de Dezembro, pelas 19h, na Trem Azul Jazz Store, uma exposição do artista Jóse Carvalho. Também conhecido por 1ma63, José Carvalho é um artista plástico à procura do espaço, da cor e do movimento. Licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD das Caldas-da-Rainha e viveu em Estugarda, onde desenvolveu diversas exposições colectivas e individuais que intensificaram o seu percurso criativo. Tem realizado vários trabalhos em parceria com a GAU Galeria de Arte Urbana. O seu espaço de criação é uma mistura entre a rua e o ateliê. Nesta sua apresentação na Trem Azul mostra-nos uma árvore de família, criada a partir de pessoas e personagens, apropriações de fotografias a preto e branco, vandalizadas pelo uso diário de tintas e camadas de cor, que enaltecem a necessidade de preencher o branco que existe no dia-a-dia de cada um. Imagens realizadas com o carimbo da arte de rua, que caracteriza o trabalho plástico do artista. “(…) é com muito gosto que acompanho o trabalho de José Carvalho noutro palco do Bairro Alto, a Galeria de Arte Urbana, espaço que ajudei a construir, e que tem tido no José Carvalho um companheiro e prolífico colaborador.(…)” Pedro Soares Neves A exposição vai estar patente na Trem Azul Jazz Store até ao dia 16 de Fevereiro e pode ser visitada durante o hórario normal de funcionamento da loja.

Mais info sobre o artista:

www.j-carvalho.blogspot.com

www.flickr.com/photos/josebarroco

 

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Nevada Hill:::Exposição e Concerto dia 26 Junho 21H30

A Trem Azul Jazz Store tem o prazer de convidá-lo/a para a inauguração da exposição do ilustrador e músico texano Nevada Hill. A exposição abre com um concerto de Hill (violino + electrónica) com uma formação de músicos portugueses que vai juntar em palco  Pedro Sousa (saxofone), Nuno Moita (electrónicas) e Gabriel Ferrandini (bateria + percussão), sábado, 26 de Junho, pelas 21h30.
Nevada Hill é um artista do Texas (EUA), uma terra repressiva e conservadora com a família Bush à cabeça, mas que já nos ofereceu os músicos mais criativos de sempre, é o caso de 13th Floor Elevators, Red Krayola, e Butthole Surfers. Nevada faz parte desta tradição e vem visitar-nos a Lisboa.Como músico integra-se nos Zanzinbar Snails, grupo de músicos e não-músicos interessados no Graal da Improv e na experiência da auto-indução Drone. Hill tem vários discos editados e outros projectos mais intimistas e fantasmagóricos como D&N, em que os sons das tempestades texanas se ouvem com guitarra ambiente e objectos concretos de um rancho de filmes de cowboys.O artista texano faz também BD e ilustração, usando a serigrafia e os zines como veículos DIY de divulgação. O seu zine Mass vai ter um terceiro número a sair em Lisboa. 
Mais recentemente Hill participou nas antologias Excessive Force: Police Everywhere, uma publicação inglesa para a qual criou uma BD sobre um desagradável encontro com a polícia; Justice Nowhere (Last Hours, 2009), editada em Portugal e onde participa com um desenho e MASSIVE (Chili Com Carne, 2010).
Nevada Hill vai estar em Lisboa no âmbito da Feira Laica, que acontece entre 26 e 27 de Junho na Bedeteca de Lisboa. 
Entrada: 3€

Through the Looking Glass:::Exposição de Ricardo Leiria a partir de dia 24 Abril

“Through the Looking Glass foi o nome que Ricardo Leiria deu a um conjunto de esculturas que emergem e submergem entre dois espaços, o lado de cá de um espelho e o outro lado, do que desconhecemos, do mundo, de nós próprios.  A partir do dia 24 de Abril podemos mergulhar num mundo imaginário monocromático de manchas tridimensionais e metamorfoses ambulantes que assumem formas e deformas representativas de dois universos paralelos. Algumas, completamente livres, deambulam imóveis e intemporais pelo nosso mundo.Outras, procuram a libertação do tempo e do espaço e deixam-se engolir e deslizar pela esfera do imaterial. Espelhos sem reflexo são o veículo de união e comunicação entre o mundo dos pés na terra e o outro, o ilimitado… “– Ana Mafalda Nunes

Exposição ::: A Casa do Jazz:::

De 31 Julho a 31 de Agosto

exposição dolphy

A casa do Jazz

O Carlos Miguel é arquitecto. Não sei o que nele começou primeiro: a paixão pela arquitectura, pelos desenhos e pela pintura é antiga, mas o Jazz é também um persistente enamoramento. Nele o Jazz, a arquitectura, o desenho e a pintura convivem como amigos de sempre. Os desenhos e as pinturas que agora nos mostra testemunham esta forte amizade. E esta mostra é, sobretudo, uma festa de amigos: uns, estoicamente fixados na parede, não sendo deste mundo, são eternos; os outros somos nós, os que aqui nos reunimos à volta desta música tão livre como a liberdade. O Carlos Miguel trouxe para esta festa alguns dos músicos que passam a vida lá em casa. Nós, os amigos, aqui estamos, para com ele partilharmos a alegria e o sentimento que o Jazz nos transmite.

José Teófilo Duarte

Exposição *LXBAINAITE*

*LXBAINAITE*
MIGUEL DOMINGEZ CUNHA – 03 JUL – 30 JUL

lxbinaite

é um trabalho de 2001.

Esteve exposto na Galeria Sta. Clara em Coimbra e agora estão aqui
na Trem Azul, em Lisboa, no meio de discos e música e entre o Cais do Sodré e o Bairro Alto.
Estão em casa portanto. No sítio certo para serem vistos.

Miguel Dominguez Cuña,

Exposição e Concerto Carlos Barretto Solo Pictórico

Carlos Barretto

Inauguração de Exposição e Concerto a Solo

05 Fevereiro

19h30

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A pintura é a outra paixão de Carlos Barretto que, como uma amante secreta, tem sido escondida de olhares alheios,

até ao dia em que o proprietário de uma galeria lisboeta o convidou a expôr os seus devaneios pictóricos e o “obrigou”

a ilustrar sonoramente – com o seu contrabaixo, claro – os quadros expostos. A partir deste primeiro desafio os dados

estavam lançados e o projecto passou à acção.
Iniciou-se assim este novo projecto a solo, a fim de explorar as possibilidades do instrumento em toda a sua amplitude

sonora e tímbrica, através de composições / improvisações / divagações especialmente trabalhadas para o efeito.

http://www.carlosbarrettoonline.com/pt.html

entrada livre

Exposição de Sílvia Lança

EXPOSIÇÃO

IMPRESSÕES

Sílvia Lança

de 09 Janeiro até 04 Fevereiro

Provas únicas em serigrafia sem número de edição ou série. Cada uma como cada qual. Como cada gesto e cada acção perdidos, assim foram acontecendo acasos, sobressaltos, resultados naturalmente irrepetíveis através de processos manuais de reprodução.

Exposição de Marta Barata – Ressentir

ressentir

O convívio com os suportes comunicacionais no espaço público é imediato e existe desde de que se tem consciência (subjectiva ou não) desse mesmo espaço e, os cartazes, as presenças ininterruptas que embebem essa paisagem urbana. Paisagem que subtilmente se vai decompondo, delineando uma outra paisagem em si mesma, obedecendo ao princípio da desmontagem e remontagem dos seus próprios fragmentos.

O trabalho emerge do respigar, ao longo dos percursos, de paradigmas indiciários que se prendem aos pormenores, aos sinais episódicos, aos elementos tidos como de menos importância, marginais, residuais e que poderão ajudar à decifração de um qualquer enigma.

De 8 de Novembro a 8 de Dezembro 08

Desenhos com Notas Musicais

Exposição de Renato Côrte-Real

04 Out até 31 Out

Nasceu em Lisboa a 7 Dezembro de 1967. Começou a fazer “bonecos de pau” desde criança, numa obsessão de representar cenários de guerra, ou desportos como futebol ou boxe. Não possui formação em Belas Artes; fez o conservatório em guitarra clássica, licenciou-se em matemática aplicada na Faculdade de Ciências de Lisboa. No seu percurso de vida as constantes são a música e o desenho.

Holy Ghost | Instant Drawings Polaroids de Nuno Moita e João Silva

Holy Ghost | Instant Drawings _ Polaroids de Nuno Moita e João Silva
40 polaroids e desenhos + 1 rasterização
Inauguração: Sábado, 6 de Setembro às 17h
Dj Set por Nuno Moita e João Silva

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