Reedições da Atomic Records

Archie Shepp  Mariamar

Gravado em 1975 em Roma, Mariamar foi gravado em sexteto com a participação do trombonista Charles Greenlee e de músicos brasileiros e italianos.

Archie Shepp saxofone tenor e soprano

Charles Greenlee trombone

Cicci Santucci trompete

Irio De Paula guitarra

Alessio Urso contrabaixo

Afonso Vieira bateria

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Archie Shepp Lybia

Finalmente reeditado em cd Lybia é uma das pérolas do jazz gravado nos anos 70.

Archie Shepp saxofone tenor e soprano

Charles Greenlee trombone

Dave Burrell piano

David Williams contrabaixo

Beaver Harris bateria

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Lee Konitz / Martial Solal Duplicity

Duplicity é o primeiro disco em dueto destes músicos muito particulares da história do jazz.

Lee Konitz saxofone alto

Martial Solal piano

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Sam Rivers Black Africa! Villalago

Black Africa! Foi gravado no anos de 1976 em Villalago durante o Umbria Jazz Festival, e editado originalmente num lp duplo pela label italiana Horo.

Sam Rivers saxofone tenor, soprano, flauta e voz

Don Pullen piano

Joe Daley tuba

Sidney Smart bateria

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Johnny Griffin Jazz A Confronto

Cansados de serem  ignorado nos Estados Unidos, muito músicos de jazz vieram para a Europa tentar melhor sorte. O saxofonista Johnny Griffin foi um deles. Esta sessão foi gravada na Europa em 1974 e capta toda a essência do saxofonista que na época estava em grande forma.

Johnny Griffin saxofone tenor

Franco D’Andrea piano

Giovanni Tommaso contrabaixo

Bruno Biriaco bateria

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Sun Ra Quartet New Steps

Sun Ra em quarteto! Uma ocasião rara na extensa discografia deste carismático personagem do universo musical interplanetário.

Sun Ra piano, piano eléctrico e orgão

John Gilmore saxofone tenor

Michael Ray trompete

Luqman Ali bateria

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TREM AZUL JAZZ STORE::::5º Aniversário

5.aniversario

Dennis González é um pedreiro-livre, um ocultista, um druida até, do trompete. Com o instrumento dourado de Miles, Hubbard e Cherry procede à permanente auscultação daquilo a que chama de “mundo do espírito”. Este antigo parceiro de grandes como Cecil Taylor, Malachi Favors, Charles Brackeen, Kidd Jordan e Roy Hargrove acredita mesmo que é o que “não se vê” (e o que não se ouve, por inerência) que constitui a verdadeira realidade. É esse lado desconhecido que traduz em sons e em estruturas espontâneas, na perspectiva de que a improvisação que generosamente utiliza é a melhor técnica para descobrir a música que tem dentro de si e que está, imanente, em todo o cosmos. Vamos ouvi-lo com o clã de feiticeiros que dá pelo nome de Yells at Eels, coadjuvado pelos seus filhos Aaron e Stefan González, respectivamente no contrabaixo e na bateria. O que praticam é um jazz expansivo que agarra nas tradições do hard bop e da new thing e as projecta para o século XXI, sorvendo uma miríade de vocabulários musicais ao longo desse processo. O corpo embala-se-nos com o ritmo e a energia desta música, mas são as nossas mentes que disparam em direcção a esse lugar, por alguns julgado mítico, onde reside a Essência de tudo o que existe. John Coltrane e Albert Ayler é lá que moram.

 

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