Mâak’s Spirit – 17 Fevereiro – 19h30

Concerto Trem Azul Jazz  Store

17 Fevereiro

19h30

entrada 3 euros

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Mâäk’s Spirit

Como abordar, hoje em dia, o trabalho sobre a improvisação?

O que podemos esperar deste utensílio de controle instantâneo do vocabulário, da gramática, da sintaxe, e portanto do sentido da musica?

Poderemos negar a influência e a importância do contexto, do local e do espaço?

É ainda possível escapar aos clichés, aos folclores e a uma mostra nostálgica?

Como cultivar o inimitável?

São estas e outras questões que este colectivo procura responder.

Mâäk’s Spirit é uma formação belgo-francesa, composta por quatro músicos e um técnico de luzes, que propõe uma abordagem da improvisação sobre vários aspectos fundamentais: forma, duração, interacção, textura, dinâmica, pulsação, silêncio, contraste, contrariedade, sensação, fricção…, mas também pela negação possível de um ou de todos estes aspectos.

Este grupo desenvolve uma tendência natural para o inclassificável, procurando diferentes representações do ser por meio de uma música que se propaga quando toma vida através de uma criação in situ.

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Laurent Blondiau trompete

Laureado com o primeiro prémio, foi no Conservatoire Royal de Bruxelles, supervisionado por Bert Joris e Richard Rousselet, que Laurent Blondiau fez os seus estudos musicais.

Antes do projecto Mâäk’s Spirit, liderou um quinteto sob o seu nome do qual fazia parte Nathalie Loriers.

Foi ou é membro de numerosos grupos, dos quais destacamos Le Gros Cube (com Alban Darche), Seven Wheels (com Fabrizzio Cassol) e Jean-Luc Lher Quartet-France (com Marc Ducret e Franck Vaillant).

Colaborou, com Toots Thielemans, J-L Rassinfosse, Dre Pallemaerts, Brussels Jazz Orchestra, Aka Moon, Lee Konitz, Joe Lovano, Greg Osby, Maria Schneider, Magic Malik e François Jeanneau.

Sébastien Boisseau contrabaixo

Parceiro regular de Daniel Humair, François Jeanneau, Eric Watson, Stéphan Oliva, Martial Solal ou Michel Portal, Sébastien Boisseau já percorreu os quatro continentes e é presença habitual nas salas francesas.

Fiel aos seus primeiros companheiros (Alban Darche, Jean Louis Pommier, Cédric Piromalli, Nicolas Larmignat, Olivier Thémines), continua investido em aventuras musicais de longa data (Triade, Le Cube, X’tet, Baby Boom, Mâäk’s Spirit).

Jean Chevalier bateria

Jean Chevalier inicia a sua carreira musical no conservatório de Versalhes, nos idos anos 60. Primeiro clarinetista clássico, foi Jean-Luc Ponty e Jacques Di Donato que lhe proporcionam o encontro com a bateria. Estes levam-no a um clube parisiense (Le Chat qui Pèche) ouvir kenny Clark. Na manhã seguinte, torna-se definitivamente baterista!

Depois, afasta-se da música, instala-se na Bretanha e torna-se operário, mergulhador e ainda pescador. É num grupo de baile que, por fim, passa a músico profissional!

Desde então, fez quase tudo, tocou com Dexter Gordon, JF Jenny-Clark, François Couturier, Toots Thielemans, Eric Le Lann, Steve Potts, Sara Lazarus, acompanhou os artistas bretões Alan Stivell e Gilles Servat, e os cantores de variedade Hervé Villard e Marie Myriam.

Jean-Yves Evrard guitarra

Jean-Yves Evrard completou os estudos musicais nos conservatórios de Liége e Amsterdão, tendo tido como orientadores nomes tais que Misha Mengelberg, Henri Pousseur, Fréderic Rzweski e Georges-Elie Octors.

Gravou e tocou com Ensemble Musiques Nouvelles, Pierre Berthet, Ted Milton, Ned Rothenberg, Michel Doneda, Lê Quan Nihn e Michael Vatcher.

Compôs para teatro (Le Théâtre de la Renaissance, Le Groupov, Gabriella Koutchoumova, Enzo Pezzella, Katie Duck, La compagnie Grand guignol, Laurent Wanson) fundou o grupo FATIMA (Fuck All The Image of Masters Anyway), mantém um duo com a violoncelista Martine Altenburger e faz parte do colectivo RRAUW (com Barre Philips).

Sam Mary luzes

Desde 1997, Sam Mary trabalha para a dança, teatro e conto, produzindo-se regularmente em França e no estrangeiro.

Iniciou a colaboração com os Mâäk’s Spirit em 2007, com o propósito de integrar a luz como um elemento dinâmico no desempenho do grupo. Não no sentido de proporcionar bela imagens, mas sim na proposta de uma leitura visual do concerto, em contraponto com o material sonoro, numa procura da relação de forças entre o olhar e a audição.

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