Concerto do Quarteto de Sei Miguel na Trem Azul

Quarteto de Sei Miguel

7Dez

19h30

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SM trompete
Fala Mariam trombone
Pedro Lourenço baixo
César Burago percussão

Sei Miguel toca o seu trompete (de bolso) com consciência plena da história do jazz, permanecendo aberto – enquanto director e arranjador – a ilimitadas fontes e possibilidades sonoras.
Usa em seu trabalho soluções por vezes inovadoras, por vezes
serenamente/ estilisticamente herdadas e por vezes estranhamente simples ou “primitivas”.
O trompetista criou um sistema musical próprio que lhe permite levar peças detalhadas a um estado de rigor assinalável.
Nasceu em 1961, Paris. Viveu no Brasil e em França até radicar-se em Portugal nos anos oitenta. Discografia: Breaker (1988); Songs Against Love and Terrorism (1989); The Blue Record (1990); The Portuguese Man Of War (1993); Showtime (1996); Token (1999); Still Alive in Bairro Alto (2001); Ra Clock (2002); The Tone Gardens (2006).

Fala Mariam. Trombonista. Natural de Lisboa. Alguma formação académica não lhe suscitou interesse pela criação musical. Em 80, durante uma viagem pelo norte da Índia, intuiu o fogo sagrado da verdadeira música, que reencontra no jazz mais iniciático e na gratificante descoberta de diversos trombonistas. “Sideman” de Sei Miguel desde 83, participa em todos os trabalhos deste. Cultora de uma frase sem brilhos fáceis, capaz do expressionismo mas também de surpreendente doçura, Fala Mariam é já uma referência nos actuais desenvolvimentos do dialecto free bop.

Pedro Lourenço. Baixista. Natural de Lisboa. Estudos académicos e multi-instrumentismo levaram-no ao campo da música electrónica, tendo tocado e gravado em projectos diversos. Colaborador de Sei Miguel desde 2002, trabalha com este factores estruturais e estruturantes na forma sonora individual. É hoje praticante quase exclusivo do baixo eléctrico.

César Burago. Percussionista. Angolano. Dedica-se inteiramente às músicas do jazz, pois vê nelas o espírito e a técnica indissociáveis. Presença regular nas orquestrações de Sei Miguel, tem dimensionado com o trompetista, desde 97, um plano de possibilidades e impossibilidades métricas, ambas expressas em trabalhos onde a percussão (principalmente a pequena percussão) ganha um enigmático valor melódico.

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